2011

Doce Fantasia

Ideia original
Mónica Rodrigues e Paula Marinho
Texto original
Paula Marinho
Encenação e Coreografia
Mónica Rodrigues, Daniela Ferreira e Joana Espanha

Ato I
Sabes quando acontece algo na tua vida que até parece que estás a sonhar? Esta é uma dessas histórias.
Eu sou a Luna. Uma menina irrequieta sempre à procura de novas aventuras e de tornar os meus dias mais divertidos e cheios de emoção. Vivo intensamente cada momento e não espero quando alguém me lança um desafio que vai para além dos meus limites. Por isso, quando a Gata surgiu, com a magia das Estrelinhas, não hesitei. O caminho levou-me até à agitada Vila Macaia. Era uma vila desconcertante pelas travessuras das Fadas Malandrecas, e tinha habitantes inesperadamente emocionantes e quase todos bem apetitosos.
Conheci as Meninas das Bancas que trabalhavam sem parar subordinadas à Dona da Fábrica de Guloseimas, que só pensava em criar a maior riqueza do mundo. Mas as meninas não estavam sozinhas e os docinhos como Bolos, Chocolates, Rebuçados, Lollipops, Coelhinhos, Gelados, Moranguinhos, Pintarolas, Algodão Doce, encantavam cada recanto da praça por onde passeavam.
As Meninas pareciam conhecer-me. Contaram-me que a Gata tinha sido encarregue de me procurar pelo mundo inteiro e percebi que estavam a minha espera. Elas conheciam o meu mundo e sabiam que era governado por uma Rainha muito má. Contaram-me que ela era a minha verdadeira Tia e que a minha mãe, tinha sido Costureira do reino e amiga dos meus verdadeiros pais, que partiram quando eu ainda era pequena. Fiquei em choque! Como é possível?!
A Rainha só queria o meu mal e estava disposta a fazer-me desaparecer. Por isso é que a minha mãe – a Costureira – que sempre conheci e me criou, escondeu toda a verdade. Mas agora, já crescida, era a altura certa para enfrentar a Rainha e usar toda a minha força nesta batalha. Com a ajuda da magia das Notas Musicais e com a união das Ninfas, o destino levou-nos à Musa que nos daria a força e coragem para enfrentar este dilema.


Ato II
Pelo poder dos anéis alcançamos a Vila Cinza. As Meninas das Bancas nunca tinham visto nada igual e não hesitaram em fazer as suas traquinices, brincando com as lavadeiras. Apresentei-as à minha mãe – a Costureira – e quando surge a Musa
o encontro foi surpreendente. Elas já se conheciam! A Musa tinha pedido à minha mãe para tomar conta de mim, afastando-me da Rainha. Levei as minhas amigas a conhecer a Vila e apresentei-as às Senhoras da Vila, à Professora e às Meninas da Escola. Quando a Rainha se apercebe da agitação depressa se instalou a confusão mandando que as Soldadinhas prendessem as Meninas das Bancas.
Que terrível! Era inevitável o confronto entre o Bem e o Mal.
Como iria eu sair deste pesadelo e voltar para o mundo dos sonhos?

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