2008

O Encanto do Arco-Iris

Ideia original
Mónica Rodrigues e Paula Marinho
Texto original
Paula Marinho
Encenação e Coreografia
Mónica Rodrigues, Daniela Ferreira

Ato I
O Prado Verde era enriquecido pelo brilhante arco-íris que iluminava uma terra cheia de criaturas encantadoras. Era governado pela belíssima Aline, a princesa das cores que desejava a harmonia entre todas as criaturas. Para isso contava com a preciosa ajuda das sete fadas: a Fada Rubi (vermelho – amiga), a Fada Tanger (laranja – gulosa), a Fada Raio de Sol (amarelo – teimosa), a Fada Esmeralda (verde – brincalhona), a Fada Lua (azul – mandona), a Fada Mar (anil – envergonhada) e a Fada Violeta (violeta – vaidosa).
Porém a Princesa Aline tinha uma irmã, Malvária. Desde cedo que contrariava as leis do Prado Verde, criando o seu próprio mundo onde era rainha e senhora do seu nariz. Tornou-se numa malvada feiticeira, que ao contrário da irmã preferiu viver no Mundo da Escuridão. Tudo no seu mundo tinha de ser Preto/Branco. A ciumenta Malvária invejava a amizade entre a Princesa Aline e as Sete Fadas. Numa noite durante o sono, e com a ajuda do seu obediente e traquinas duende, raptou as sete fadas, aprisionando-as nas Quatro Estações do Ano para que nunca mais se pudessem voltar a juntar. As fadas aprisionadas não podiam usar dos seus poderes e isso fazia com que não houvesse cor no Prado Verde.
Triste e desesperada a Guardiã do Arco-íris vai em seu socorro, entregando-lhe o pincel dourado sendo este a chave que lhe irá permitir encontrar as suas estimadas amigas. Deste modo, a Princesa Aline parte numa viagem corajosa e determinada a alcançar o seu objetivo: devolver a harmonia e a cor ao Prado.

Ato II
A procura das Sete Fadas não era uma tarefa fácil mas a Princesa Aline não desistiu rapidamente. As criaturas da Primavera, do Verão, do Outono e do Inverno estavam petrificadas e só podiam contar com a Princesa Aline para lhes restituir o encanto de sempre.
A procura foi incessante até que encontrou a primeira estação! Não se esqueceu do mágico Pincel Dourado e ao encontrar a Primavera petrificada imediatamente deu vida às Borboletas e aos Passarinhos. Mas a irmã Malvária tinha ido mais longe e as fadas estavam escondidas. Um espirro foi dado dentro de uma flor e só assim a Princesa Aline encontrou as suas amigas: a Fada Violeta e a Fada Esmeralda.
Mas a procura não tinha acabado, Ainda faltavam três estações. Agora com a ajuda das duas fadas da Primavera, alcançaram o Verão e o pincel foi novamente usado para dar vida às Plumas, aos Peixinhos e às Sereias. Contudo, mais uma vez as fadas estavam aprisionadas, desta vez nas conchas de onde vinha um barulho de aflição. Aline tentou abrir com o Pincel Dourado mas, estranhamente não funcionou. Só as Plumas tinham o poder de abrir as conchas. Mais duas fadas foram soltas: a Fada Mar e a Fada Raio de Sol. A alegria foi imediata mas a procura tinha de continuar. Já no Outono, Aline libertou os Cogumelos e as Folhas. Procurando as fadas, Aline teve a ajuda do vento para encontrá-las. A fada Rubi e a fada Tanger estavam cobertas pelas folhas caídas das árvores. Por fim, só faltava uma estação e com ela uma fada. Aline libertou com o Pincel Dourado as Nuvens e a Chuva. Ouvindo barulho a fada Lua presa dentro de uma árvore apressou-se a bater no tronco tentando chamar a atenção. Só deste modo conseguiu que as amigas a ouvissem e a libertassem.
A felicidade estava espelhada nos seus rostos pois finalmente estavam unidas.

Ato III
Ainda a Preto/Branco a Borboleta e o Passarinho tristes recebem de Aline uma surpresa. Juntamente com as fadas a Princesa Aline vai restituir-lhes a cor com ajuda do Pincel Dourado. Ao fazê-lo também o Prado ganhou cor. Neste momento de alegria a Princesa e as sete fadas agradecem profundamente à Guardiã.
Contudo nem todos estavam contentes. O duende apercebendo-se de alguma agitação no Prado, vai-se deparar com um cenário terrível que não deixará a Malvária satisfeita. Quando lhe explica que as fadas estavam novamente juntas com a Princesa Aline e que o Prado voltou a ter cor, esta ficou desesperada e cheia de raiva. Mas as fadas não deixaram impune a sua malvadez. Ela provou do seu próprio veneno e ficou petrificada com o seu obediente duende.
No fim desta aventura, temos a certeza que o Arco-Íris se torna mais mágico e maravilhoso com a presença de todos os que habitam o Prado Verde!

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